Segundo álbum da banda não só flerta como assume o beat eletrônico e destoa do resto da carreira. Francisco El Hombre já é uma das mais consolidadas carreiras do mainstream brasileiro atual. A excentricidade da mistura de ritmos latinos com instrumentos não convencionais, letras repetitivas, figurinos e maquiagens selvagens e performance ao vivo destruidora fez o grupo deslanchar no meio independente. Além disso, sucessos como 'Triste, Louca ou Má', que foram até trilha de novela, se tornaram importantes alavancas. O que fez o Francisco El Hombre endoidecer e mudar bruscamente a fórmula que estava dando tão certo? Eu não sei. Mas gostei. A identidade do álbum e a sonoridade final estão lembrando muito uma paisagem cyberpunk pós apocalíptica, apostando muito em eletrônicos que eu, particularmente, estou ansioso pra ver como funcionarão ao vivo. Espero que não perca o que de mais atraente o show da banda tinha: O orgânico. Apesar disso, o novo disco tem peso e letr...
O mais forte dos Vingadores é uma mulher. A espera acabou, e enfim temos um filme solo de uma heroína digna de tal. Apesar de ser uma história difícil de adaptar, a origem foi muito bem mostrada e não deixou pontas soltas. Pelo contrário: Aparou as pontas que estavam confusas. A fórmula Marvel é colorida, cômica e de fácil digestão. Capitã Marvel é prova disso. Mas, estranhamente, parece que o filme foi feito para a fórmula, e não o contrário. O roteiro permite as piadas e desfechos intrigantes como há tempos não se vê em uma produção da empresa, que parece ter aprendido a medida certa entre graça e poder depois de Thor: Ragnarok. Mas, como todo bom filme de herói, Capitã Marvel tem seus defeitos. Boa parte da trama é desenvolvida no espaço, usando e abusando de maquiagem, ponto alto do longa, e CGI, ponto baixo. Por vezes, a computação gráfica era tanta que ficou difícil de entender o que estava acontecendo, principalmente quando ela usa o uniforme completo, á deixand...