O terceiro capitulo da história é o pior dos três. Mas emociona, tanto quanto os outros.
Acabaram as expectativas sobre o terceiro capítulo da franquia que salvou a DreamWorks e, infelizmente, não é tão bom. Todos esperaram um desenvolvimento sobre a história de Banguela com sua nova parceira, mas as origens foram extremamente mal abordadas, quando existiram. Tudo pareceu muito forçado, tanto quanto o vilão do filme, que tem uma motivação extremamente barata e que não consegue ser simpático, muito menos odiável. Os personagens secundários cavam um espaço mal explorado e que não fazem diferença nenhuma para a trama, e o começo e meio do filme são salvos pela beleza estética incrível e pelas graças fofas de Banguela, que rendem risadas de ternura.
O terceiro ato salva o filme. Apesar de um ápice curto e resolvido num estalar de dedos, é o momento que mais chama atenção no longa, e assim como seus dois antecessores, o que nos arranca lágrimas. E são lágrimas doloridas, dessa vez. Pois consolidam o final dessa franquia de uma forma emocionante, necessária, e que reflete diretamente na vida real.
Nota: 5
Perde em história, mas ganha pela simpatia dos dragões que, por muitas vezes, são personagens muito mais interessantes e expressivos que o 'núcleo humano'. De qualquer forma, foi um lindo fim pra uma saga que fica pra história da animação mundial e que conquistou crianças com mensagens muito mais concretas e poéticas que filmes 'adultos'.
PS: Só eu reparei num relacionamento gay entre uns dos personagens? Alguém me diz que não foi só eu, por favor!

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